quarta-feira, 29 de dezembro de 2010


"Todo mundo mente!"
"Quase morrer não muda nada. Morrer muda tudo!"
"Podemos viver com dignidade. Não podemos morrer com ela."
"As pessoas não mudam"
"É uma verdade da condição de ser humanos que todos mentem. A única variável é sobre o quê."
"As pessoas mentem por milhares de razões. Sempre existe uma razão."
"Mentiras são como as crianças: apesar de incovenientes, o futuro depende delas."
"Eu gosto mais de você agora que está morrendo"
"Eu respeito coisas que merecem ser respeitadas. Essa decisão por outro lado, é como um cachorro usando uma capa."


Ela o amava. Ele a amava também. E ainda, que essa coisa, o amor, fosse complicada demais para compreender e detalhar nas maneiras tortuosas como acontece, naquele momento em que acontecia dentro do sonho, era simples. Boa, fácil, assim era. Ela gostava de estar com ele, ele gostava de estar com ela. Isso era tudo.

Eu gostaria de ir embora para uma cidade qualquer, bem longe daqui, onde ninguém me conhecesse, onde não me tratassem com consideração apenas por eu ser “o filho de fulano” ou “o neto de beltrano”. Onde eu pudesse experimentar por mim mesmo as minhas asas para descobrir, enfim, se elas são realmente fortes como imagino. E se não forem, mesmo que quebrassem ao primeiro vôo, mesmo que após um certo tempo eu voltasse derrotado, ferido, humilhado - mesmo assim restaria o consolo de ter descoberto que valho o que sou.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Vai menina, fecha os olhos. Solta os cabelos. Joga a vida. Como quem não tem o que perder. Como quem não aposta. Como quem brinca somente.

Tenho sido feliz, mas sempre penso em você