segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Eu sei.. um dia!

Sei que olhei a face dele. E de certa forma a sua face era a minha face...




Eu prefiro viver com a incerteza de poder ter dado certo, que com a certeza de ter acabado em dor. Talvez loucura, medo, eu diria covardia, loucura quem sabe!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011


Sempre me achei diferente de todos. Não, eu não me sentia mais especial que o resto da humanidade. Me sinto diferente porque sempre senti diferente. Falo de intensidade e sensibilidade. Sofri um muito, aprendi em dobro. Descobri que a gente nunca deve insistir em quem só aprendeu a subtrair.

O perfeito não existe.


Sabe porque Shrek é o melhor conto de fadas? Porque ele mostra que não precisa ser perfeito pra ser feliz.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

E enfim..


Já não reclamo mais do tempo em que estou sozinha. É um tempo que eu tenho pra pensar, pra refletir, pra me cuidar e sentir cada milímetro do meu corpo funcionando. Meu tempo só agora é colorido. Observo o céu, sinto o vento, rio de mim mesma. Já não vivo mais em função daquilo que não estava me fazendo bem.

Essa vida tá uma belezura viu? Essa vida pode ser boa que é uma coisa. Tive um tempo que chorava muito, não me conformava e até reclamava com Deus. Culpa desse coração burrinho e da porra do romance que não me deixa em paz. Hoje em dia, está ótimo. Não choro, não reclamo e nem apaixono. Agora tô, ó, tá vendo? De pedra. Uma pedra no lugar do coração. Uma rocha, estou quase um macho bruto.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A ponto de chorar por tudo e sorrir por nada.

Eu mudei. Já percebeu isso? As pessoas me fizeram ser assim, eu ainda continuo com os mesmos sentimentos, mas às vezes esculaxa-los me faz bem. Eu já não me importo como me importava antes, mas isso não significa que a tristeza não me afete. Ela vem em momentos oportunos, são leves pancadas que com tempo se intensificam, mas passa e eu acabo não me importando mais uma vez. Para mim, chorar não adianta, eu gosto da dor do nó na garganta, as lágrimas escorrem sem nenhum esforço, molham meu rosto, mas continuo com a mesma expressão como se tivessem me jogado um balde d’água. Eu sou feliz, talvez não constantemente, mas o suficiente pra esquecer que a tristeza existe.

Só porque ela aparenta ser forte, não significa que ela não adormece chorando. E mesmo que ela haja como se não houvesse nada errado, talvez ela seja apenas muito boa em mentir.